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quarta-feira, 21 de outubro de 2009

O AMOR LIBERTADOR


Vivemos apegados a muitas coisas que temos feito para os demais, mas na realidade não fizemos nada, uma vez que esquecemos o que foi feito ... A raiz das raízes do Amor e da Essência, o que manifestas, são apenas um ramo do Amor.
Que raiz é essa? “Morrer e não ser nada em absoluto”!
Experimenta aqui e agora o Presente Eterno sem apegos e em Liberdade!



Temos feito tudo e cada vez mais apegados a “Maya – ilusão”… Temos feito tudo e cada vez mais apegados ao “Medo – ignorância”… Ao transformar o apego em Amor abrimos a possibilidade da Autorrealização consciente. O homem sábio nunca é visto como um incómodo consigo mesmo, nem como incómodo com os demais.
Embora, o “Eu” encarnado, tem que encarar as incertezas da vida momento a momento. O sábio de Samkhya, diz que não há maior Tapas (fortaleza-perseverança) que através da prática do Pranayama (mestre da respiração), as impurezas dos sentidos são transformadas. Purificamos defeitos e possibilitamos o brilho do conhecimento.


Enquanto que alguns homens sábios utiliza
m o controlo da respiração para alcançar a Sabedoria, outros homens sábios utilizam o método da indagação, prática esta em que a mente se submerge no Ser, e o poder do Kundalini, que não está separado do Ser, sobe automaticamente. A Coerência cardíaca (Equilibrio-Amor) alcança-se ao introverter-se em si mesmo, buscando a origem do ego.

OM TAT SAT
RAMALA SHIVA
santi
agosier@hotmail.com

domingo, 7 de junho de 2009

O CAMINHO DA VIDA



Estou de viagem no comboio Sud-Express, direcção Irun - Coimbra, e decidi que iria ser tranquila e reflexiva.
O motivo para ir a um Seminário de equilíbrio Interior e Desenvolvimento Espiritual convida-me a interiorizar. Sinto-me feliz!
Meu companheiro de viagem chama-se Andrew, ele viaja com destino a Lisboa. É um homem de saúde frágil devido a seu coração (ele tem fumado por um longo tempo
).
Inicia-se uma conversa sobre as coisas do mundo, a crise socioeconómica, política, o abuso sexual de crianças na Irlanda, etc.

Ele diz que a crise foi criada para beneficiar sempre os mesmos (O Grande Capital). Diz ainda que a democracia se tornou numa ditadura de consumismo escravizante.
Continua ele, dizendo que a justiça não é igual para todos, por exemplo, na Irlanda os membros da Igreja Católica cometeram abusos de menores durante anos; agora, a igreja vai pagar indemnizações às pessoas afectadas e fica tudo resolvido.


Se um cidadão normal que também é filho de Deus "suponho eu", cometer o mesmo acto, são –lhe aplicadas as punições correspondentes, sendo estas cumpridas rigorosamente.

Onde está a Justiça?

Eureka ... Sinto que o meu equilíbrio se alterou com a conversa. Faço algumas respirações profundas e consigo aquietar a minha mente de novo, e eu digo para mim mesmo “Eu quero viver uma viagem tranquila”. E respondo a Andrew que é curioso como sempre se fala sobre os efeitos negativos da vida ... é que na vida há possibilidades positivas e harmoniosas.

Digo-lhe que a vida é transformação permanente, e agora são tempos de evolução e de amor. Ao que nós chamamos de crise é uma oportunidade para superar egoísmos e erros. A política deverá ser a soma real de colaboração e ajuda entre os cidadãos acima dos interesses partidários. O sincronismo das pessoas deve ser a bússola e não o fanatismo condicionado e egoísta dos chamados partidos políticos.
Deus dá-nos a oportunidade de sermos criativos e viver uma sexualidade natural; reprimir o natural pode produzir distúrbios que nos levam a comportamentos nada saudáveis.

Sejamos conscientes para fazer o Bem … de sentir o Bem … de pensar o Bem … então as energias se acalmam e, entendo que há muito que desaprender. Muito do que libertamos deve-se ao efeito Maya - Ilusão.

A Viagem evolutiva da Vida é uma experiência maravilhosa.

OM TAT SAT
RAMALA SHIVA
santiagosier@hotmail.com